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Coevolução é a evolução que acontece ao nível de comunidade entre organismos que se adaptam e se modificam para uma convivência mútua em uma íntima relação ecológica envolvendo interações entre
A TRAGÉDIA DOS COMUNS
Os seres vivos
A vida na Terra constitui uma longa história. As conquistas evolutivas em cada grupo de seres vivos ocorreram no curso de longo período, desde os primórdios da formação do planeta até os dias atuais, durante o qual aconteceram adaptações, mutações e especiações. E continua acontecendo. A evolução não cessa o seu curso.
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MapBiomas Alerta
MapBiomas Alerta é uma plataforma de iniciativa multi institucional envolvendo universidades, ONGs e empresas de tecnologia que se uniram para contribuir com o entendimento das transformações do território brasileiro a partir do mapeamento anual da cobertura vegetal e uso do solo em nosso país. Clique na imagem ao lado para conhecer essa preciosa ferramenta de auxílio do combate ao desmatamento no Brasil.
O que é sustentabilidade?
Nomenclatura dos seres vivos
O Brasil é um país mega diverso. Em todos os sentidos “Gigante pela própria natureza”.
Seus variados biomas se apresentam como um campo maravilhoso, onde descobertas magníficas podem estar esperando a um passo de serem reveladas, sob um olhar diferente, uma percepção que misture ciência e encantamento com a vida.
Temos um tesouro imenso em grande parte ainda não estudado e documentado.
A variedade de ambientes no território brasileiro constitui habitats incríveis onde a vida se desdobra esplendorosa com exemplares da fauna e da flora que revelam em sua exuberância uma mensagem que pede admiração e proteção.
A biodiversidade do país é ímpar. São incalculáveis os valores do nosso capital natural. Os serviços ambientais prestados pelos diferentes tipos de vegetações, em seus variados aspectos fitogeográficos juntamente com os inumeráveis organismos que abrigam, extrapolam em importância os limites de nossas fronteiras, refletindo na manutenção do equilíbrio de toda a biosfera.
O clima do planeta depende da conservação da floresta amazônica, a maior selva pluvial da Terra, que funciona como uma bomba de umidade com influência nas correntes de ventos vindos do atlântico, distribuindo chuvas por todo o continente americano, recarregando aquíferos e mantendo a vida.
Biota Expedições buscará trazer um pouco desse conhecimento sobre as belezas naturais, a fauna, a flora, a geologia, e a história natural do nosso chão sagrado, junto com os costumes e a simplicidade de seu povo generoso.
Nosso planeta é muito frágil. Visto dos confins do universo, não passa de um pontinho tênue na imensidão do espaço.
Possui uma biosfera que sustenta a vida devido a uma conjunção de diversos fatores que em íntima interação, favoreceram ao longo de bilhões de anos o surgimento e evolução dos seres vivos.
O surgimento da espécie humana, trouxe alterações nas paisagens naturais do planeta que modificam e comprometem o delicado equilíbrio dos ecossistemas, ameaçando a sustentação da vida.
A biosfera tem suportado os resultados das ações antrópicas que modificam sobremaneira o seu funcionamento, pela sua plasticidade e sua capacidade de resiliência. Mas a sua capacidade de suporte não é ilimitada. E ela se recompõe até um determinado limite.
Haverá um momento em que poderemos romper alguma barreira ecológica que venha a desencadear reações nos sistemas naturais que tornem os desequilíbrios irreversíveis?
Precisamos pensar nisso. Precisamos abandonar nosso egocentrismo e reconhecer que fazemos parte de um sistema dinâmico, e que nossa existência depende também do equilíbrio de toda a esfera planetária onde se desenrola a vida, a Terra, a nossa casa no cosmos.
Quanto custaria o conserto da biosfera danificada pelos nossos hábitos atuais de produção e consumo? Seria possível esse conserto? Conseguiríamos reverter processos que levaram bilhões de anos para se estabilizarem? Será que estamos matando a biota da Terra?
Qual a nossa missão para com os outros seres que habitam conosco o planeta? Somos uma ameaça para nós mesmos e os outros entes naturais do nosso globo? Que futuro nós queremos?
O cerrado é o segundo maior bioma do Brasil. Em sua área de abrangência, ocorrem grandes aquíferos subterrâneos, importantes bacias hidrográficas, nascentes de rios e muita biodiversidade.
Originalmente, sua extensão era de aproximadamente 2 milhões de quilômetros quadrados, quando ocupava 25% do território brasileiro.
O cerrado apresenta enorme quantidade de espécies ENDÊMICAS. Constitui a savana mais rica em diversidade biológica do mundo. A perda de habitats nesse ecossistema entretanto é sem precedentes.
Por ser muito drenado, a fisionomia vegetal apresenta o predomínio de gramíneas, arbustos esparsos e árvores com troncos e caules retorcidos, às vezes espinhosos, folhas grossas, e com um revestimento externo com uma casca espessa e leve como uma cortiça para resistir ao fogo comum dos tempos do inverno seco.
Socialmente o cerrado reveste-se de um mosaico de populações humanas e culturas regionalistas de uma riqueza ímpar. Comunidades indígenas, quilombolas, tradicionalistas, agrupamentos extrativistas, agricultores familiares, cidades grandes e pequenas, e enormes latifúndios agropecuários.
O cerrado brasileiro é enormemente afetado pelas atividades agro pastoris e a urbanização desenfreada. O agronegócio, necessário para o desenvolvimento do país, carece de apoio e pesquisas que otimizem uma exploração mais sustentável e menos predatória e impactante.
É o bioma mais alterado pelas atividades humanas no Brasil. Está em grande risco pelos episódios já verificados de enormes perdas de fauna, flora, e recursos hídricos. É preciso salvar todos os biomas da nossa paisagem fitogeográfica inclusive o cerrado.
É grande a importância dos serviços ecossistêmicos prestados pelos polinizadores na economia do meio ambiente.
Estudos sobre as atividades das abelhas e outros polinizadores nos ecossistemas, evidenciam a extraordinária contribuição desses insetos na preservação da vida vegetal e também na manutenção da variabilidade genética.
Estes importantes organismos co evoluíram com as plantas se alimentando de polem e néctar das flores e ao mesmo tempo auxiliando-as em seu processo reprodutivo permitindo a perpetuação das espécies e as trocas gênicas tão importantes para a biodiversidade vegetal.
A dependência da polinização para reprodução das plantas com flores, é uma evolução que propiciou ao longo do tempo, a grande diversidade, dispersão e sucesso ecológico destes organismos.
Mas os polinizadores estão correndo risco de extinção, por causa da utilização de agrotóxicos e fragmentação dos habitats devido ao desmatamento e a ampliação das fronteiras agrícolas.
Porém outros fatores como as mudanças climáticas, doenças e o aumento dos predadores naturais desses organismos por causa do desequilíbrio ambiental podem estar comprometendo as condições de vida desses animais.
Através da polinização é que a humanidade e outros animais obtêm recursos alimentares para a sua sustentação energética.
Colocando em risco os polinizadores, podemos estar comprometendo nossa própria existência, a dos demais animais e de muitas plantas.
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